Relato do Dr. Pierre Barbet, médico francês, sobre a morte de Yeshua

Tenho meditado muito no relato abaixo, do Dr. Pierre Barbet, e a cada vez que leio esse texto, percebo o quanto somos fracos, o quanto estamos longe do verdadeiro amor de Deus por nossas vidas, e que não somos merecedores de nada. Por mais caridade que se faça, nada se compara ao preço que foi pago pela minha e pela sua vida. Somente um sacrifício de sangue poderia nos libertar de nossos pecados, mas não qualquer sacrifício, e sim o sacrifício daquele que é o único e verdadeiro Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, pois somente Yeshua o Messias pode suportar tamanha atrocidade, para levar sobre Si todos os pecados do mundo.


Isaias 53:4-8 Certamente, Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, Ele não abriu a boca. Por juízo opressor foi arrebatado, e de Sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do Meu povo, foi Ele ferido.


João 3:16-21 Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras. Quem pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus.


Portanto amados, dediquem mais tempo a orações, ore pelo governo do seu país, ore por sua família, por seus amigos, mas ore também por seus inimigos, não cultive o ódio, ore para que as nações recebam Yeshua como Senhor, ore pelo povo judeu que ainda não crê em Yeshua o Messias, para que possam crer em um Messias verdadeiro e judeu, ore pelas nações árabes para que tenham revelação da Verdade, e para que se cumpra “Isaias 19:22-25 Ferirá o Senhor os egípcios, ferirá, mas os curará; converter-se-ão ao Senhor, e ele lhes atenderá as orações e os curará. Naquele dia, haverá estrada do Egito até à Assíria, os assírios irão ao Egito, e os egípcios, à Assíria; e os egípcios adorarão com os assírios. Naquele dia, Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra; porque o Senhor dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança.”
Ore mais, busque mais ao Senhor, não há nada na vida mais importante que o nosso relacionamento com Yeshua o Messias, pois Ele não quer religião ou religiosidade, mas sim um relacionamento diário e sincero, com muito amor e graça.
Trabalhe menos e dedique mais tempo em um relacionamento com seus filhos, eles não querem nada além do que a sua presença, seu amor, e amizade, dedique tempo a sua família, marido: honre, e trate sua esposa com mais amor, esposa: honre e trate seu marido com mais amor. Honre seus pais, sorria mais, viva um relacionamento sincero cheio de amor com Deus.


Relato do Dr. Pierre Barbet, médico francês, sobre a morte de Yeshua


“Sou um cirurgião e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso, portanto escrever sem presunção a respeito de morte como aquela.

Yeshua entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra.

Um relato sobre a morte do Messias: O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessária uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Yeshua. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.

Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Yeshua a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Yeshua. Os soldados despojam Yeshua e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.

Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinquenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Yeshua caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Yeshua, fatigado, arrasta um pé após o outro, frequentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Yeshua estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.

O sangue começa a escorrer. Yeshua é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de terra e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Yeshua, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Yeshua deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Yeshua deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Yeshua não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.

O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Yeshua, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; consequentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Yeshua inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira.

Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Yeshua tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Yeshua. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltoides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.

Yeshua é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.

Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Yeshua toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.

Por que este esforço? Porque Yeshua quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.

Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável!

Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que duram três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”.

Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre. Em meu lugar e no seu.”


Dr. Pierre Barbet (1884-1961) foi um médico francês, e o cirurgião-chefe do Hospital de São José, em Paris .
Através da realização de várias experiências, Barbet introduziu um conjunto de teorias sobre a crucificação de Yeshua.

Após ler esse impressionante relato, se você quer receber Yeshua, ou se você que já crê no Messias, mas ficou constrangido pelo enorme preço que foi pago pela minha e pela sua vida, faça esta oração:

“Eu creio que Yeshua é o Messias de Israel, é Filho de Deus que veio entre nós, foi crucificado, ressuscitou e vive em nós através do Espírito Santo, e voltará para Reinar sobre toda a Terra, pois todo joelho se dobrará e toda língua confessara que Yeshua é o Messias.

Eu, (diga seu nome), recebo Yeshua o Messias como meu único e suficiente Salvador e Senhor.
Eu nego todo envolvimento com outros deuses, ídolos e entidades. Eu declaro que a partir de agora, eu sou de Yeshua o Messias.

Pai querido, eu sei que sou pecador e necessito do teu perdão, arrependo-me Senhor dos meus pecados e peço que me perdoe, como eu perdoo todos os que me prejudicaram e te convido a entrar no meu coração e na minha vida.
 Eu te peço, escreva o meu nome no livro da vida, em nome de Yeshua o Messias, amém.

Agora, que você recebeu Yeshua como o seu Senhor e Salvador, ou se alinhou novamente ao Reino de Deus, escreva para nós, para que você possa ser alimentado e instruído na palavra do Senhor!!!

No sublime e maravilhoso amor de Yeshua haMashiach